Nesta segunda-feira, 28 de setembro de 2026, a Lenovo publicou o comunicado de imprensa que formaliza o Googlebook 15, primeiro notebook da empresa rodando Googlebook OS, e fixou preço inicial de US$ 1.099,99 com envio a partir de 4 de outubro nos Estados Unidos. O anúncio chega uma semana depois da estreia coletiva da linha Googlebook, quando a Google listou cinco parceiros e citou US$ 1.299 como piso do modelo Lenovo de 15,3 polegadas.
O The Verge publicou na manhã desta segunda, horário UTC, que a pré-venda já aceita pedidos por US$ 1.149,99 na configuração com 16 GB de memória e 512 GB de armazenamento, também com entrega prevista para 4 de outubro. A diferença entre US$ 1.099,99 e US$ 1.149,99 reflete versões distintas na tabela da Lenovo, não erro de digitação isolado: o comunicado oficial fala em SSD de 256 GB ou 512 GB e RAM de 16 GB ou 32 GB, sem detalhar cada SKU na loja americana nesta data.
O comunicado da Lenovo de 28 de setembro de 2026 fixa US$ 1.099,99, envio a partir de 4 de outubro e a ficha com Intel Core Ultra 5 325 e OLED de 15,3 polegadas, enquanto o The Verge na mesma manhã confirma pré-venda imediata a US$ 1.149,99 com 512 GB de armazenamento.
Nova York vira vitrine do maior Googlebook
O Googlebook 15 usa processador Intel Core Ultra 5 325, chip da família Panther Lake que a Intel posiciona para notebooks com NPU, unidade neural, integrada. A Lenovo atribui ao conjunto até 47 TOPS de desempenho em tarefas de inteligência artificial, número de marketing da fabricante que depende de benchmark independente para comparação justa com ultrabooks Windows Copilot+.
A tela OLED mede 15,3 polegadas em 2880×1800 pixels, proporção 16:10, com taxa de até 120 Hz e cobertura de 100% DCI-P3 segundo a ficha que a Lenovo anexou ao comunicado de 28 de setembro. Brilho máximo declarado na tabela é 500 nits; veículos especializados citam picos maiores em HDR, dado que não aparece na planilha oficial consultada hoje e deve ser tratado como especificação secundária até a Lenovo alinhar os números.
Peso inicial de 1,29 kg, menos de 1,4 kg, faz da máquina a aposta da Lenovo por quem quer área útil de desktop sem carregar mochila de gamer. O chassi metálico com revestimento anti-manchas, leitor de impressão digital, reconhecimento facial e obturador físico na webcam repetem o pacote premium que a Google exigiu dos parceiros na estreia da plataforma.
Portas, som e a faixa Glowbar
Do lado esquerdo entram Thunderbolt 4, USB 3.2 Type-A e jack combo de áudio; do direito, outro Thunderbolt 4 e HDMI 2.0. A presença de HDMI distingue o Lenovo de alguns rivais da leva inicial que apostam só em USB-C, ponto que o The Verge destaca para quem ainda projeta apresentação em monitor antigo de escritório.
Quatro alto-falantes com Dolby Atmos e trackpad háptico de 150×95 mm compõem a experiência sensorial que a Lenovo vende para videoconferência e edição leve. A faixa Glowbar na tampa indica carga e bateria mesmo com a tampa fechada, recurso de identidade visual compartilhado com os outros Googlebooks anunciados pela Google em 21 de setembro.
Bateria de 70 Wh promete mais de 12,5 horas de autonomia em testes internos da Lenovo, alegação de laboratório da fabricante, não medição de review. Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0 aparecem na especificação; roteador compatível e plano de dados continuam por conta do usuário.
Gemini na mesa e o celular Android ao lado
Googlebook OS, sistema derivado do Android com camadas de desktop herdadas do ChromeOS, chega neste modelo com Gemini Intelligence embutida. Magic Pointer, cursor que aciona o assistente ao ser agitado sobre texto ou imagem, e Rambler, ditado que remove vícios de linguagem e formata parágrafos, são recursos que a Google demonstrou na estreia da linha e que a Lenovo repete como argumento para criadores e profissionais liberais.
Sincronização com telefones Android, incluindo continuidade de apps e acesso a arquivos do celular, pressupõe ecossistema Google atualizado, limitação já apontada por veículos americanos na semana passada e que permanece válida para quem usa iPhone como telefone principal. Doze meses de Google AI Pro, cinco terabytes de nuvem e licenças promocionais de Adobe Photoshop, Premiere e CapCut acompanham a compra, conforme termos que a Lenovo remete ao site googlebook.com e que valem apenas em mercados elegíveis listados no comunicado.
A Lenovo também anuncia o AI Mouse, mouse dedicado com botão para chamar o Gemini e atalhos ligados ao Magic Pointer. Trata-se de acessório opcional citado no final do release, sem preço separado nesta segunda-feira.
Preço abaixo do slide da Google
Na estreia coletiva de 21 de setembro, a Google posicionou o Lenovo Googlebook 15 como o maior da primeira onda, com tela de 15,3 polegadas e preço anunciado a partir de US$ 1.299. O comunicado da Lenovo de hoje fixa US$ 1.099,99 como entrada, US$ 200 abaixo da cifra que a parceira de software divulgou no palco, diferença confirmada pelo Android Authority na manhã de 28 de setembro em fuso dos Estados Unidos.
O The Verge interpreta a pré-venda imediata a US$ 1.149,99 como pacote mais generoso de armazenamento, 512 GB contra 256 GB citados como opção mínima na tabela Lenovo. Notebookcheck, em matéria datada de 28 de setembro, também lista US$ 1.149 nos Estados Unidos com 512 GB, além de preços em euro e libra para a Eurozona e o Reino Unido, valores regionais que a Lenovo não repetiu integralmente no release americano consultado aqui.
A Acer Googlebook 14 continua sendo a porta de entrada da linha a US$ 899 na Google Store, conforme anúncio de 21 de setembro já coberto neste site. Quem precisa de OLED grande paga premium sobre essa base, mas o desconto de US$ 200 em relação ao slide inicial da Google muda a conta para quem comparava ultrabook Android com MacBook Air ou Copilot+ de 15 polegadas.
Certificações e o que ainda falta saber
A ficha oficial cita resistência MIL-STD-810H, certificação TÜV de luz azul reduzida e registro EPEAT Gold onde aplicável, selos de durabilidade e sustentabilidade que a Lenovo usa em outros ThinkPad e Chromebooks premium. Nenhum desses documentos substitui review de unidade de produção com Googlebook OS instalado de fábrica.
A Lenovo não publicou nesta data preço em real, calendário brasileiro ou canal de importação oficial. Disponibilidade internacional além dos Estados Unidos aparece no release apenas como janela genérica; Canadá, Reino Unido, Irlanda, França, Alemanha e Austrália entraram na primeira onda da Google em 5 de outubro, mas o texto da Lenovo de hoje centra a data de 4 de outubro na América do Norte.
Inferência razoável: quem já reservou Googlebook genérico na Google Store na semana passada deve conferir se o SKU Lenovo aparece separado no carrinho antes de assumir que US$ 1.099,99 vale para qualquer revendedor. Rumor de configuração com 32 GB de RAM circula em matérias secundárias, porém só a tabela Lenovo confirma a opção, sem preço incremental publicado nesta segunda.
O que fica confirmado em 28 de setembro
Fato confirmado pelo comunicado da Lenovo em 28 de setembro de 2026: lançamento do Googlebook 15, preço inicial declarado de US$ 1.099,99, envio a partir de 4 de outubro nos EUA, processador Intel Core Ultra 5 325, tela OLED 15,3 polegadas 2,8K, Googlebook OS e pacote de software Gemini descrito acima.
Confirmação independente do The Verge na mesma data: pré-venda aberta a US$ 1.149,99 com 16 GB de RAM e 512 GB de armazenamento e mesma data de envio. Alegação da Google na semana anterior, US$ 1.299 como preço de referência do modelo Lenovo, permanece superada pelo release de hoje, mas ajuda a medir quanto a narrativa de lançamento mudou em sete dias.
Quem comparava slide da Google com ultrabook Windows pode abrir a página da Lenovo ainda hoje e ver se a configuração de 512 GB cabe no orçamento antes do envio de outubro, enquanto reviews ainda não testaram o Googlebook OS numa tela OLED deste tamanho.
